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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Histórico escolar

Miguel Sanches Neto São periódicas as tentativas de organização que faço aqui na biblioteca. Colocar livro no lugar, jogar papel fora, arquivar o que interessa, essas coisas a que a vida de leitor e escritor nos obriga. Estava recolhendo as certidões a uma pasta transparente quando encontrei meu histórico escolar do ensino de primeiro grau, datado de 22 de dezembro de 1979. A primeira coisa que me chamou a atenção foi o timbre da folha impressa – era o formulário 003 da Imprensa Oficial do Estado do Paraná, órgão que, duas décadas depois, eu viria a dirigir. Confesso que isso mexeu comigo. O menino que se formava na Escola 14 de Dezembro, lá em Peabiru, não podia nem imaginar por quais caminhos sua vida seguiria. Naquela época, eu estava empenhado em arrumar um serviço no comércio e queria estudar à noite. Não sabia ainda que minha família concordara em me mandar a um colégio interno. Eu queria ir para um seminário, mas eles acabaram me colocando num colégio agrícola, cujo lema era assustador: “aprenda a fazer fazendo”. Meus caminhos sempre foram tortos. Aliás, só existem caminhos tortos. E, por causa das muitas curvas, não podemos ver o que nos aguarda logo ali em frente. É isso que penso olhando minhas notas. Só consegui médias acima de 8,0 em Educação Artística, e isso de forma indevida, pois era minha mãe quem fazia as tarefas manuais, dada minha incapacidade crônica para qualquer coisa que exija o mínimo de coordenação motora fina. Tirando então estas notas roubadas, meu histórico é farto em seis. Está certo que não é um seis seco, mas com alguma gordurinha. Em Comunicação e Expressão, por exemplo, na 5ª série, eu passei com 6,7. Fui piorando nos anos seguintes: 6,1, depois 6,2, para concluir a 8ª série com uma pontuação vergonhosa: 5,1. Um pouco menos e eu teria sido reprovado. Este foi meu desempenho escolar e tudo que ele prometia. Se alguém falasse a meus professores que eu seria escritor, todos ririam, pois só poderia ser ironia. Ironia ou não, eis-me aqui. Não apenas escritor, mas professor universitário também, olhando com nostalgia para meu histórico, tudo muito bem datilografado. Sempre admirei um formulário preenchido adequadamente, ainda mais à máquina. E pensando nisso fui em busca de meu diploma do curso de datilografia. Para um escritor da minha geração, aprender a datilografar era quase aprender a escrever. Copiávamos textos de grandes autores como se fossem nossos; lembro-me do esforço para datilografar, alguns anos depois, o longo poema “Uivo”, de Allen Ginsberg. Fazia a cópia com um sentimento de posse, como se aquele texto meio bíblico estivesse saindo de mim. Claro, colocava lá o nome do autor, mas sentia um orgulho de ter batido a coisa toda. Então, mais importante do que os conteúdos de Comunicação e Expressão era a aprendizagem da datilografia. O problema é que também não fui bom nisso. Está lá a nota final: 6,0. No colégio agrícola – não guardei o histórico –, minhas notas não melhoraram. Quase reprovei. Meu destino era ser digerido pelo sistema de ensino para acabar jogado numa profissão braçal qualquer, como previa meu padrasto. O que então me livrou disso? Meio sem saber para quê, pois minha timidez me afastava de qualquer atividade em que me expusesse, entrei no Curso de Letras em Mandaguari. Tinha tentado em vão o vestibular para Direito, mas Letras agora me permitiria trabalhar e estudar. Foi com este intuito que comecei a frequentar as aulas. Quando vi, estava metido no projeto de ser professor, professor e escritor, pois este era um sonho secreto que eu acalentava desde o colégio agrícola. Foi a Faculdade de Letras que me salvou. Mais especificamente dois professores. Inicialmente, a professora de literatura brasileira. Maria Aparecida Peres falava dos livros de uma maneira afetuosa, como se os autores fossem da família, e isso nos encantava. Quando começamos – nós, os poucos do curso que gostavam de ler – a frequentar a casa dela, em busca de leituras e informações, descobrimos que a biblioteca era o centro daquela casa que ela dividia com uma irmã também solteira. Comecei então a sonhar com um lugar onde eu guardasse os livros que em breve poderia comprar. Um dia, quando reclamei de uma nota, ela foi categórica: cresça primeiro. Levei aquilo a sério e passei a me esforçar mais para merecer alguma admiração. Dela herdei esta idéia borgeana de que o paraíso tem a forma de uma biblioteca, não de uma biblioteca gigantesca, mas de uma coleção de obras com medidas humanas. Viver é acumular livros lidos. O outro professor que me salvou ministrava uma disciplina pela qual eu não me interessava – Linguística. Ennio José Toniolo era um perfeccionista. Trazia seus roteiros de aula datilografados e em envelopes numerados. Nunca se atrasava; não saía antes nem deixava conteúdos sem dar, pois tinha um senso de acabamento muito apurado. Quando parava de falar, sabíamos que a aula findara. Mantinha-se entusiasmado o tempo todo, mesmo com os alunos medianos, como era meu caso. Tudo que sei de didática – disciplina dada por outra pessoa, na qual minhas notas continuaram baixas – foi copiado das aulas do professor Ennio. Depois do encontro com estes dois professores, estavam sedimentados os alicerces para que eu pudesse chegar a ser quem eu era, uma persona tão secreta que meu histórico nem de longe a denunciava. Fonte: portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?id=896494

sábado, 14 de novembro de 2009

II Conselho do Distrito Múltiplos Leo e Sedel

Foi realizado neste sábado em Peabiru II Conselho do Distrito Múltiplos Leo e Sedel, estavam presentes as Cidades de Peabiru –PR LD-6, Porto União- SC LD-8, União da Vitória –PR LD-7, Vacarias-RS LD-7, Sananduvas-RS LD-7, Soledade-RS LD-7, Nonoai-RS LD-7, Monte Carlo LD-8, Criciúma-SC LD-9, Três Passos-RS LD-4, Campo Mourão LD-6, Apucarana LD-6, Flores da Cunha -RS LD-7, Garibaldi –RS LD-7, Arapongas –PR LD-6, os jovens Leo ficaram dois dias na cidade alojados na Escola São José.

Buraco Negro são eliminados na atual Administração Municipal

O Município de Peabiru preocupado com os famosos buracos negros existentes ainda em algumas ruas de nossa Cidade, começou a dar fim neste transtorno para alguns Peabiruenses, as ruas Santos Dumont, Pastor Joel Dias Vilela e a rua Professor José Ferreira receberam iluminação onde havia estas falhas.

Bárbara Pospisi é medalhista em Maringa

A modalidade atletismo da Olimpíada Escolar Brasileira, em Maringá, terminou nesta sexta-feira (13). Duas atletas da equipe Campo Mourão/Fecam que representaram o Estado do Paraná conquistaram medalhas na competição. O grande destaque foi Bárbara Pospisil (Colégio Vicentino Santa Cruz), que conquistou dois ouros, um no lançamento do dardo e outro no arremesso do peso feminino. No revezamento medley feminino, a atleta Vanessa dos Santos, também do Colégio Vicentino Santa Cruz, levou prata no revezamento medley feminino. Ainda no naipe feminino, a atleta Michelle Aparecida ficou em nono lugar no salto triplo, mesma prova que Marla Stobbe levou o sexto lugar (todas representando o Colégio Vicentino Santa Cruz). Representando o Colégio Estadual de Campo Mourão, Alisson Luan ficou em 4º nos 800 metros rasos. O técnico do selecionado mourãoense de atletismo, Paulo Cesar da Costa (Paulinho), foi o técnico da equipe do Paraná na Olimpíada. www.colunadoely.com.br/ler_noticia.asp?id=2466

Só um detalhe Bárbara não é de Campo Mourão, mas sim de Peabiru filha de um empresário do ramo metalúrgico e ela faz parte da equipe Mouroense, Parabéns Bárbara e que seja apenas mais uma de varias conquistas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Miguel Sanches Neto

A pé em Peabiru

Publicado em 22/07/2008 | www.miguelsanches.com.br

Vou pouco a Peabiru, e pouco saio quando estou lá. Levo uma provisão de livros, cadernos e canetas para cruzar o deserto desses meus dias de retorno. Munido de tais instrumentos, tranco-me na casa de meus pais e passo os dias de férias cuidando das tarefas que nunca terminam.

Desta vez não foi diferente, só que levei uma pequena mochila e carreguei o material comigo durante as caminhadas. Não visito parentes vivos, mas não deixo de ir ao cemitério da cidade. Na sexta-feira, meu primeiro dia lá, coloquei duas garrafinhas de água na mochila, selecionei um livro de contos e um caderno que ando preenchendo, uma caneta preta e ganhei as ruas poeirentas. Quando minha mulher me viu saindo, brincou:

– O menino está fugindo de casa?

Ri; ela tinha acertado. Era o menino que saía de casa.

Durante a infância, andava por toda a cidade e também pelos sítios da redondeza, na companhia de amigos. Troquei os amigos pelos livros, e até hoje não sei se foi vantajosa esta troca. Mas agora é tarde para se arrepender.

Nas andanças da semana que passou, fiz algumas reflexões. O bom de andar, além de ser uma atividade antidepressiva, é que temos tempo para pensar, para construir teorias inúteis. Passei em frente ao prédio onde funcionava a Escola Bandeirante de Datilografia, que me alfabetizou para o uso da máquina de escrever. Na mesma caminhada, acabei revendo o dentista que começou a mexer na minha boca. E então me senti alegre.

O que sempre me pergunto é por que a cidade da infância é o território mais marcante de nossa vida? Talvez por ser a cidade da primeira vez. Do primeiro beijo, da primeira bebedeira, da primeira decepção amorosa. Percorrer a cidade onde gastamos os anos matinais é fazer uma viagem que nos leva àqueles momentos de inauguração do mundo. A cidade é cheia de eventos na memória, e nunca acabamos de esgotar o que ali experimentamos. O gosto do primeiro quibe cru foi num pequeno restaurante que não existe mais. A primeira briga aconteceu num bar que já passou por muitas reformas, mas que continua firme na frente da praça. Esta cidade da primeira vez é também a cidade que escolhi para a última vez. Já disse aos meus que quero ser enterrado no túmulo de meu pai.

Foi rumo a ele que parti na sexta-feira. Caminhei sob um sol quente, vendo as transformações urbanas. O que eram chácaras onde jogávamos bola agora está coalhado de casas populares, bem em frente ao cemitério. Entro pelo portão principal; antes, por irreverência, pulávamos o muro. Passo diante das covas de amigos mortos, e vou direto ao endereço de meu pai. É um túmulo simples, revestido com lajotinha vermelha, e tem uma particularidade: está com a cabeceira virada para a viela, escondendo assim a foto de meu pai, que aparece sem nenhuma inscrição. Pensei em reformar o túmulo, criando gavetas. Mas agora não quero isso. Que fique assim, meio anônimo e escondido.

O túmulo está bem cuidado. Minha mãe paga uma zeladora que o encera sempre. Há flores de plástico na capelinha. Tiro o caderno de minha mochila e escrevo as anotações do dia 18 de julho. Escrever na frente do túmulo de meu pai, que era analfabeto, tem uma simbologia forte que só percebo depois que começo a alinhavar palavras. O filho aprendeu o que o pai nunca conseguiu. Mas um dia os ossos dos dois estarão misturados naquela terra, e diferenças iguais a esta inexistirão.

Do cemitério, depois de fazer um tour pelos túmulos queridos, resolvo percorrer as imediações. Contorno as casas populares e a vila rural, e sigo para a estrada do Saltinho, assustando-me ao encontrá-la asfaltada. Mesmo assim, saio em busca do pequeno rio. Do outro lado, ficava a fazenda de meu avô materno, o famigerado Zé-Zabé, que está enterrado a duas covas de meu pai. Quando minha mãe ainda não tinha se casado com aquele que seria meu segundo pai, ela vivia em condições precárias na cidade, apesar da riqueza de Zé-Zabé. Duas vezes por semana, ela caminhava para a fazenda com uma trouxa de roupa suja nas costas, porque o poço de casa tinha desbarrancado e o velho coronel não admitia uma filha dele trabalhando na casa de vizinhos. Em uma dessas idas à fazenda, passei um grande medo. Encontramos, bem no meio da ponte sobre o rio uma boiada com um touro brabo. Foi uma das emoções mais fortes de minha infância.

Mas voltei muitas vezes ao Saltinho nos anos seguintes, agora com meus amigos. Havia uma bica d’água em que tomávamos banho, e, ao fundo, um poço no riozinho que servia para tentarmos dar umas poucas braçadas no aprendizado incompleto de natação. Era uma espécie de prainha, onde estudávamos os contornos dos corpos das mulheres não muito sérias que recorriam ao lugar.

Faço a descida embalado por estas recordações. Nos campos de soja que margeiam a estrada, trabalhei colhendo manualmente o refugo das colheitas. Pelo caminho, catávamos mamonas e jogávamos uns nos outros. Quase não há mais mamoneiros, mas encontro alguns que devem ser descendentes remotos daqueles de outrora.

Chego ao Saltinho e vejo que tudo está tomado de capim. O rio é uma valeta de água verde. Subo as lajes de pedra, abrindo espaço entre arbustos e encontro a caixa de concreto de onde saía a bica. Foi uma alegria. Então aquela bica existiu mesmo, não era uma invenção minha?

Cruzei a estrada e vi a queda-d’água em seu trabalho eterno. A pouca água é recolhida num tanque de concreto e depois canalizada para uma pequena hidrelétrica. O excedente desce pelas lajes. Sentei nas bordas da micro-represa, tirei o livro de um autor alemão e fiquei lendo até o fim da tarde. Olhava a cachoeirinha, a mata fechada naquele despenhadeiro que se abria para o vale plantado de milho, e lia.

Depois, fui subindo para a cidade, com a mochila de menino fugitivo nas costas. Um menino que voltava para casa, numa região qualquer no tempo.

No caminho, um carro parou e me ofereceu carona. Eu disse que não, preferia continuar a pé. E o motorista solícito tomou a recusa como uma grosseria quando era apenas uma forma paródica de se manter fiel ao passado.

Fonte : portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?id=789396

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Dr. Danilo Bastos Forte almoça junto com o Prefeito João Carlos em Peabiru.

Quem esteve nesta quinta feira almoçando com o Prefeito de Peabiru foi o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Dr. Danilo Bastos Forte que conversou muito com o Prefeito João Carlos Klein sobre a rede de esgoto que esta lutando para implantar em Peabiru que pode ter boas noticias a qualquer momento também estavam presentes Dr Sadi. Eng Carlos, Nelson Tureck (Pref de Campo Mourão), Zeca Dirceu (Pref de Cruzeiro do Oeste), Elias Lima (Pref de Eng Beltrão), Vereadores de Peabiru e outras autoridades do Município, após o almoço todos se reuniram co outras autoridades da região no Auditório da COMCAM para uma palestra com o Presidente.

Mulheres do Assentamento Santa Rita fazem Curso de Artesanato

Foi realizado na sede do assentamento Santa Rita, um curso de artesanato com fibras de bananeira e Taboa. Curso este ministrado pela instrutora do Senar-pr Marli . Sendo realizado do dia 03 à 07 de novembro, com carga horária de 40 horas.

Durante o curso foram abortadas as técnicas de escolha e manuseio das fibras, com o intuito de proporcionar um excelente material para a confecção dos mais diversos objetos. Ainda foram trabalhadas técnicas de tranças e montagem do material. Ao final do curso os participantes produziram

diversos objetos, entre eles: cadeiras, bolsas, chapeis, porta jóias, vasos, fruteiras, entre outros.

Apoio para este evento foi da Prefeitura Municipal de Peabiru, Emater e senar.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Temporal em Peabiru.

Não apenas em Campo Mourão a chuva desta terça feira deixou estragos, em Peabiru houve muito vento que fez com que a população ficasse assustada com o temporal muitas arvores foram derrubadas próximo ao ginásio de esporte uma arvore e um poste caiu sobre uma residência, em nossa praça varias muitos galhos foram quebrados e até a imensa barraca que foi instalada no pátio da Igreja onde houve a festa da Santa Paula foi destruída pelo Vento uma estrutura toda de ferro que o vento torceu, a Escola São José teve parte de seu telhado descoberto e toldos derrubados.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

UEL fará concurso público para contratar 96 professores - 09/11/2009 15:15:31

A Universidade Estadual de Londrina fará concurso público para o cargo de Professor de Ensino Superior, oferecendo 96 vagas, em 75 áreas.Os interessados podem acessar o edital 383/2009-PRORH, que está disponível no site www.uel.br/prorh, em Processos de Seleção – Carreira Docente.

Para acesso direto ao Edital, Anexos e Requerimento de inscrição o endereço:http://www.uel.br/prorh/index.php?content=selecao/concdoc/383_09/index.htm.Para cada vaga existem requisitos mínimos que podem ser conferidos no edital.

Os documentos exigidos devem ser entregues na Pró-Reitoria de Recursos Humanos, no Campus da UEL, de 7 a 11 de dezembro de 2009, das 8h30 às 11 horas e das 14 às 17 horas, inclusive no dia 10 de dezembro (feriado municipal).

Os candidatos de outras cidades ou Estados têm o mesmo prazo para enviar os documentos via Sedex. Outras informações pelos telefones (43) 3371-4302 ou 3371-4569.

Toma cuidado com o Fura Zóio! qui, 05/11/09 por editor | categoria Mete a Cara na internet, Votação | tags Cleber e Fernando

“Toma cuidado com o Fura Zóio, ele pode tá perto de você!” Foi com esse refrão que Cléber e Fernando venceram a votação do Mete a Cara desta semana! Com um desenho animado da dupla, eles cantam com muito humor o problema que muitos enfrentam: um amigo que rouba a sua namorada, o famoso “fura olho” ou melhor, “Fura Zóio”! Conversamos com Fernando, que falou sobre a importância da Garagem do Fãustão para aqueles que estão na luta do ramo musical: “Essa vitória foi muito boa para nós que somos artistas amadores. Acredito muito no talento e na força musical que temos. Queremos mostrar isso para as pessoas. O poder de divulgação hoje é mutio caro e difícil e esse gancho da Garagem é fantástico! Espero que a Garagem traga muita gente boa ainda!”, disse Fernando. Eles são de Peabiru, PR, mas atualmente moram em Campinas, SP, para onde se mudaram para tentar a carreira. “O estado do Paraná não tem muita influência no sertanejo, e este é o sonho da nossa família inteira! Somos irmãos e desde pequenos cantamos juntos. Esse ano completamos 21 anos de carreira. Estamos aí apostando tudo!”, afirmou. Parabéns, Cléber e Fernando! Curta agora o vídeo dos vencedores da rodada com a música “Fura Zóio” e dê boas risadas! Participe você também da Garagem do Faustão e envie seu vídeo!

E o Peabiru no Rumo Certo pede a todos Amigos que acessa esta pagina que entre no link abaixo e deixe seu comentário para ajudar nossos Irmãozinhos Peabiruenses.

tvglobo.domingaodofaustao.globo.com/garagemdofaustao

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Conheça um pouco do nosso amigo Miguel Sanches Neto.

Miguel Sanches Neto é escritor paranaense e crítico literário. Responsavel pela coluna semanal do maior diário do Paraná, a Gazeta do Povo (Curitiba), tendo publicado só neste jornal mais de 350 artigos sobre literatura, fora as contribuições para outros veículos, como República, Bravo!, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde (São Paulo, Poesia Sempre, Jornal do Brasil (Rio de Janeiro)e Jornal d`pontaponta - coluna mensal (Ponta Grossa- Paraná), cidade onde reside.

Nascido numa família de agricultores pobres no interior do Paraná, Miguel Sanches Neto tornou-se um dos mais importantes críticos literários do país, além de ser professor universitário, com doutorado em Teoria Literária pela Unicamp. Escreve na Gazeta do Povo e na revista Carta Capital. Vindo de um Estado que já deu importantes escritores ao Brasil, como Paulo Leminski e o grande ficcionista Dalton Trevisan, Miguel Sanches Neto publicou, dentre outros, o romance autobiográfico "Chove sobre minha infância" (2000), o livro de contos "Hóspede Secreto" (2003 - Prêmio Nacional Cruz e Sousa) e o de crônicas Herdando uma biblioteca (2004), todos pela Editora Record.

Embora venha escrevendo há muitos anos, desde a adolescência, talvez o escritor Miguel Sanches Neto tenha começado a ficar conhecido nacionalmente a partir de 2000, quando lançou, pela Editora Record, o romance Chove sobre minha infância, já traduzido para o espanhol. De lá para cá, ele deixou de ser promessa para se firmar como um dos nomes mais representativos da nova literatura brasileira, o que foi confirmado, agora, com o lançamento, também pela Record, de Um amor anarquista. Neste imperdível romance, o escritor nos conta, com incrível capacidade de persuasão, a história de um grupo de imigrantes italianos, que, no final do século XIX, na pequena cidade de Palmeira, no interior do Paraná, funda a Colônia Socialista Cecília, na qual tenta destruir o sistema tradicional da família e implantar o amor livre. Assunto que até hoje, passados tantos anos, permanece causando polêmica no Paraná.

Miguel Sanches conta[carece de fontes?] que sua idéia de narrar a história começou a ganhar corpo em 1994, quando estava trabalhando em um livro produzido por um descendente da colônia. "desde então, vim sonhando com a possibilidade de escrever o romance. Li muita coisa a respeito, e cheguei a traduzir, com uma amiga, os escritos de Rossi [Giovanni Rossi, um dos integrantes da Cecília] sobre a experiência no Paraná", diz o escritor. Até começar a escrever, ele visitou várias vezes os locais onde os fatos se passaram, além de ter conversado com os descendentes dos imigrantes. Planejava, também, viajar à Itália, para visitar os lugares de onde vieram os personagens, mas quando viu que isso não seria possível, resolveu começar a empreitada com o material que tinha em mãos. "Passei dezembro de 2003, fevereiro e maço de 2004 trabalhando 12, 14 horas por dia. Com este esforço concentrado, obtive o copião, sobre o qual mergulhei, eliminando capítulos inteiros, acrescentando coisas, e até 15 dias antes da impressão do livro eu ainda estava mexendo no texto", confessa o romancista, agora aliviado, e feliz, com a repercussão positiva que o romance vem recebendo.

Escritor eclético, que tem navegado por diversos gêneros, Miguel Sanches Neto - que nasceu em Bela Vista do Paraíso, interior do Paraná, mas foi criado na pequena Peabiru - diz ser um escritor inquieto, daí essa diversidade literária. Para ele, isso não é nenhuma coisa de outro mundo, embora no Brasil as pessoas sempre esperem que o autor se dedique apenas a um tipo de texto. "Isso é bobagem. A gente tem que escrever de acordo com os imperativos interiores. Machado de Assis fez de tudo", diz o romancista, sem se importar que pensem que ele está querendo se parecer com o Bruxo do Cosme Velho. "Apenas estou dando um exemplo, embora ache que devemos mesmo nos comparar aos grandes", afirmar Sanches Neto. Mas ele não resiste e confessa que, literariamente, sente-se melhor no romance, "pela possibilidade de dizer mais, e ampliar as estruturas simbólicas". Um amor anarquista está aí para confirmar este gosto. Leia abaixo entrevista com o autor. "Vivemos dentro de subculturas do gosto. Guetos que só lêem tais autores"

Festa de Santa Paula em Peabiru. (05 a 08 de Novembro)

Inicia nesta sexta feira (06) a tradicional festa da Santa Paula, a festa é realizada sempre no mês de novembro com três dias de duração ela é organizada pelos padres do Instituto São José tendo como meta arrecadar fundos para Escola São José, Projeto Criança São José; Orfanato Lar Carlinhos e Seminário, iniciando a festa na sexta com funcionamentos das Barracas e o parque de diversão, no sábado Missa Solene em louvor a Santa Paula às 18:00 Baile de lançamento do Cd do grupo Tonete às 23:00 no Salão Paroquial e no Domingo 3º Corrida de Santa Paula com largada às 8:00 na Praça Central, e às 11:30 Almoço com Costelão no Salão Paroquial e o grandioso Show de Prêmios às 15:00.

Você esta convidado e ajude o próximo.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Inscrições pela internet poderão ser feitas até dia 5 -

A Comissão Organizadora da Conferência Estadual de Comunicação, em reunião na tarde desta terça-feira (4), decidiu prorrogar o prazo de inscrições a serem feitas pela internet. Os interessados em participar do evento poderão se inscrever até às 12 horas do dia 5, pelo www.confecomparana.pr.gov.br. A Conferência ocorre entre sexta-feira (6) e domingo (8), em Curitiba. Quem não tem acesso à internet poderá fazer a inscrição pessoalmente. Nesse caso, os interessados deverão providenciar a inscrição na sexta, dia 6, das 14 às 21 horas, no local do evento (Canal da Música – Rua Júlio Perneta, 695, Mercês, sede da Paraná Educativa). Além da inscrição – seja pela internet ou presencial – os participantes deverão, antes do evento, providenciar o credenciamento. O credenciamento tanto para os que se inscreverem pela internet como para as inscrições presenciais terá de ser feito também no dia 6, das 14 às 21 horas. No dia seguinte, ou seja, no sábado, dia 7, haverá inscrições e credenciamento para vagas remanescentes. Confira, a seguir, como está sistematizado o credenciamento: - Os interessados poderão se inscrever em uma das três categorias: - 1) Sociedade civil: o cidadão interessado deverá se inscrever pela internet até às 12 horas do dia 5; ou presencialmente, das 14 às 21 horas do dia 6. No credenciamento , deverá apresentar documento de identidade. - - 2) Empresários da comunicação: os representantes de empresas ou entidades empresariais também deverão se inscrever pela internet até às 12 horas do dia 5; ou presencialmente, das 14 às 21 horas do dia 6. No credenciamento, o o representante deverá apresentar, além do documento de identidade, documento que comprove que representa a empresa ou entidade. - 3) Poder público: os representantes de órgãos governamentais também deverão se inscrever pela internet até às 12 horas do dia 5; ou presencialmente, das 14 às 21 horas do dia 6. No credenciamento, o representante deverá apresentar, além do documento de identidade, documento que comprove que exerce atividade naquele órgão.

Miguel Sanches Neto

Um calor crescente

Quando me mudei para Curitiba, queria fugir do calor e da poeira do interior do Paraná. Não suportava ter os sapatos e as roupas sujas e sofria com o clima. A coisa que mais me encantou na capital foi descobrir que as mulheres gostavam de calçar botas, uma coisa impensável na cidade de minha adolescência.

Andando pela rua, eu olhava os pés das curitibanas e me deixava apaixonar pelo porte elegante delas, e imaginava como seria excitante despir uma daquelas fêmeas, do cachecol à bota. Só de pensar nisso, eu sentia arrepios. Arrepios de frio.

E o interiorano que só havia usado paletó uma vez na vida tratou de comprar seu primeiro blazer. Um blazer de lã, logicamente, para enfrentar o inverno. O paletó que eu usara antes era uma coisa coletiva. Servia a todos em Peabiru e ficava no estúdio do Foto Estrela. Imenso, tinha que ser ajustado com alfinetes para não denunciar sua inadequação. O fotógrafo, Nelson Ito, que viria a ser sogro de minha irmã, amarrava uma gravata no pescoço da pessoa, armava o paletó sobre o corpo dela e tirava a foto (quase uma montagem) para a identidade. Assim, todas as fotos de identidade daquele período trazem rostos diferentes, mas o mesmo paletó e a mesma gravata. Eu ainda visto aquelas peças na velha cédula de identidade que faço questão de manter no bolso, como recordação de um início de vida elegante.

Depois disso, foi um luxo usar o blazer cinza de lã sobre camisa de flanela (era moda) e uma calça jeans. Para não perder os hábitos roceiros, e para provocar um pouco, eu calçava botinas de elástico, de couro virado. E estava composto o personagem que desfilou por Curitiba no final dos anos 80.

Meu sonho era ter um sobretudo de lã, mas nunca cheguei a tal requinte. As temperaturas foram subindo, e se fizeram raros os momentos de frio, tão espaçados agora que não justificam o investimento.

Na Curitiba dos anos 90, passamos a ver lagartixas, que era algo impensável antes. Bananeiras também apareceram nos quintais. E aquele desfile de mulheres com muitas roupas de frio deu lugar a veranistas com peças mínimas, o que tem também o seu encanto.

Saudosista, quando percebo alguma possibilidade de queda da temperatura, gosto de passear pela cidade. Todos aproveitam a oportunidade para sair com suas roupas de inverno. E reclamam, com largos sorrisos no rosto:

– Mas que frio, hein.

– Isso não é nada, precisa ver quando neva.

A última neve é de 1975, mas parece que foi ontem, tão viva está na memória de todos. O fato é que gostamos do frio. E, à primeira ameaça, todos pedimos cafés bem quentes, esperando as neves que não vêm mais, apesar de tanto empenho psicológico.

O planeta está aquecido. As razões para isso são muitas e foram analisadas pelos alarmistas de todos os credos. Eu, que também sou alarmista, criei uma teoriazinha. Aí vai.

O planeta mudou sua rota e está mais próximo do sol. O calor não é conseqüência dos buracos na camada de ozônio, e sim de uma lenta e perigosa proximidade com o sol.

Isto explicaria muitas coisas. A primeira delas seria o aquecimento terrível da semana que passou. Alguém poderá dizer que teve também frio excessivo na Europa, etc. e tal, mas respondo que isso é apenas o reverso da moeda.

Outro fenômeno explicável por esta teoria é o encurtamento do dia. Como estamos fazendo o percurso mais próximo do sol, o dia ficou menor. Tenho certeza de que pessoas de todas as faixas de idade estão sentindo que não conseguem mais dar conta das obrigações nas poucas horas do dia. Levanto, leio umas páginas, respondo e-mails, como algo e mal chego ao trabalho e já está na hora do almoço. Muitas vezes, nem consegui ainda fazer a digestão do café.

E aqui aproveito para fazer uma proposta. Para recuperar o tempo perdido, precisamos eliminar o almoço de nossos hábitos. Um amigo meu, que se mudou da França para o Paraná, está revoltado com o que ele chama de nossa “mania de almoço”. É, ele acha que almoçar é apenas uma mania. Não haveria mais necessidade desta refeição, bastaria jantar mais cedo, lá pelas seis da tarde.

Quando meu chefe me pergunta por que não fiz esta ou aquela tarefa, já me defendo lembrando-lhe que o dia diminuiu. E parto para a reivindicação, que não sou bobo de perder uma oportunidade dessas: temos que repensar a distribuição de trabalho.

Se a unidade dia é menor, então não estamos aumentando nossa longevidade, tal como apregoam os médicos. Nós não vivemos mais, apenas a extensão dos anos vividos sofreu um encolhimento. Morrer com 80 anos talvez seja o mesmo que morrer aos 60 no passado.

Outra questão geracional que esta mudança traz é o do prolongamento da permanência dos adolescentes na casa dos pais. Antes, partíamos cedo para o mundo, mas agora os filhos só deixam o lar depois dos 30. É que eles na verdade têm apenas 20 anos na medida de nossa época.

Por estes exemplos, vemos que o calor não é um fenômeno isolado, há todo um complexo sistema de mutações ocorrendo na Terra. À medida que nos aproximamos do sol, a tendência é que, por seleção natural, a humanidade toda vá adquirindo uma coloração mais resistente aos raios ultravioletas.

Sábio mesmo era o povo de Peabiru, que não investia em paletós. Em breve, estaremos tirando fotos para a identidade com o torso nu.

Fonte : Gazeta do Povo portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?id=865389 Publicado em 10/03/2009

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Proibida no Paraná pesca de robalo-flexa e robalo-peva entre novembro e dezembro

A pesca de robalos-flexa e robalos-peva está proibida, entre os meses de novembro e dezembro, no litoral paranaense. O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, participou do encerramento do IX Rally Náutico - realizado no balneário de Pontal do Sul - município de Pontal do Paraná, neste final de semana e lembrou que a campanha para proteção da espécie é uma parceria com os pescadores amadores e Iate Clubes do Litoral. De acordo com a resolução número 060/ 2009 da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, até o dia 31 de dezembro é permitida aos pescadores esportivos apenas a prática do ‘pesque e solte’. Isso se deve a constante diminuição da espécie e a sua importância para o meio aquático e para os pescadores. “É uma resolução inédita e que tem o objetivo de garantir a conservação da fauna aquática, mantendo-a em equilíbrio e assegurando a abundância destas espécies na região litorânea”, afirmou o secretário. “E, por conseqüência, a medida também colabora com o desenvolvimento do turismo de pesca esportiva sustentável”, completou. O secretário Rasca lembrou que a parceria a Liga Paranaense de Pesca, Federação de Pesca esportiva, clubes de pesca e Iate Clubes do Litoral Paranaense tem sido fundamental para divulgar a resolução e coibir a pesca predatória no período de reprodução das espécies, bem como a venda de robalo neste período. “Um exemplo da parceria é o Iate Clube de Guaratuba que não permite o manuseio de peixes fora do tamanho permitido por lei em suas imediações”, destacou Rasca. REGRAS - Nos demais meses, poderão ser capturados até sete exemplares, independentemente da espécie do peixe, por pescadores esportivos amadores ou praticantes da pesca subaquática. Neste caso, devem ser observados os tamanhos e pesos permitidos para cada espécie. Para o robalo-peva o tamanho mínimo é 40 centímetros e o máximo, 50. Já para o robalo-flexa o tamanho permitido varia entre 60 e 70 centímetros. De acordo com a nova regulamentação, cada pescador esportivo ou de pesca subaquática poderá capturar e transportar apenas um único exemplar da espécie com medidas excedentes ao tamanho máximo permitido – que será considerado troféu. O pescador esportivo Gustavo Todeschini diz que a ação inédita no Paraná é importante porque tanto o pescador esportivo como o profissional depende da quantidade de vida dos animais na Baía. Gustavo explica que, além de atingir todas as idades, nas competições de pesca o esporte só valoriza e conta ponto para aqueles que pescam peixes que estejam em condições para voltar para água. “A regra do campeonato é: só vale peixe vivo”, destaca. “O pescador não mata o animal. Isso serve para mostrar para todos que irão acompanhar o campeonato que existe como se divertir pescando e soltando o peixe, um dos grandes prazeres da pesca”, conta. ROBALO - Uma campanha foi criada especialmente pela Sema e Governo do Estado para divulgar a resolução 060/09, referente à pesca de robalo no litoral: “O robalo e seus amigos avisam: pesca irregular é a maior roubada”. Com esta chamada a campanha traz ainda, informações sobre os crimes ambientais subaquáticos e o valor da suas multas. Os panfletos da campanha que serão distribuídos nas praias também servirão como um guia para os amantes da pesca. Inclui infomrações como, por exemplo, a melhor lua para pescaria que é a Lua Minguante, seguida da Lua Nova. Além disso, outros fatores - como temperatura da água, horário da pescaria, pressão atmosférica, técnica de pescaria e do pescador, fome do peixe, isca usada e equipamento adequado que podem influenciar nos resultados da pesca, fazem parte do material. Além disso, todos os pescadores receberão uma régua adesiva que pode ser colada nos barcos para medir se o peixe está dentro do tamanho permitido.

METRÔ COMEÇARÁ A FUNCIONAR EM JANEIRO DE 2014 A informação foi apresentada pela Prefeitura de Curitiba no Plano Geral de Implantação do Metrô, entreg

A primeira linha do metrô de Curitiba começará a funcionar em 1.º de janeiro de 2014, seis meses antes do início dos jogos da Copa do Mundo no Brasil. A informação foi apresentada pela Prefeitura de Curitiba no Plano Geral de Implantação do Metrô, entregue ao governo federal. “O sistema de transporte público precisa ser permanentemente aperfeiçoado. E o futuro do transporte público de Curitiba está na integração entre o ônibus, matriz do nosso sistema, e o metrô”, disse o prefeito Beto Richa. O Plano de Implantação do Metrô Curitibano prevê um investimento de R$ 1,2 bilhão para a primeira linha de 13 quilômetros. Serão 12 estações de embarque e desembarque, um pátio de estacionamento dos trens e áreas de manutenção. A demanda inicial prevista é de 330 mil passageiros por dia. O governo federal está definindo as obras que farão parte do PAC da Copa, programa de obras que serão executadas nas 12 cidades-sede da Copa de 2014. O documento entregue pela Prefeitura estabelece um cronograma de trabalho que prevê a assinatura do contrato em dezembro de 2010, início das obras em janeiro de 2011 e conclusão em outubro de 2013. A partir dessa data, serão iniciados os testes para garantir o início da operação em janeiro de 2014. Até março de 2010 serão concluídos o projeto básico (estudos e projetos de engenharia) e os estudos ambientais (EIA-RIMA), contratados pela Prefeitura, que já estão sendo executados com recursos do Município e da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), ligada ao Ministério das Cidades. O Plano prevê a implantação de três sistemas construtivos ao longo dos 13 quilômetros de extensão. Serão 2,2 quilômetros em superfíce, 7,9 quilômetros pelo sistema cut and cover (abrir e cobrir) e 2,9 quilômetros de túnel NATM (New Austrian Tunneling Method).

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Peabiru, Peabiru, Terra amada varonil Peabiru, oh! Minha terra Pedacinho do Brasil. O amor aqui impera E o trabalho nos Conduz A um pedestal de gloria Por um caminho de luz. Liberdade no horizonte No céu um formoso azul Terras férteis. Rios, fontes És uma estrela do sul Peabiru, Peabiru, Terra amada varonil Peabiru oh! Minha terra Pedacinho do Brasil. Teu nome emoção encerra És caminho do sertão És meu berço, minha terra És a minha inspiração. Laboriosa e hospitaleira Destemida e varonil É a gente desta terra Também filhos do Brasil. Peabiru, Peabiru.....