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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Professores mais perto do diploma (Vizivali )

Assembleia Legislativa derruba veto do governador e impasse da capacitação de 35 mil docentes pela Vizivali e Iesde pode chegar ao fim A Assembleia Legislativa do Paraná derrubou o veto do governador Roberto Requião à lei que determina à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e à Universidade Estadual do Centro do Paraná (Unicentro) o registro de cerca de 35 mil diplomas de professores que participaram do Programa Especial para Capacitação de Docentes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e da Educação Infantil. Com 44 votos favoráveis e 10 ausências, houve unanimidade da casa. Desde a graduação da primeira turma, em 2005, cerca de 35 mil professores foram afetados, deixando de obter avanços na carreira ou de receber efetivação em cargos públicos. O artigo 87 da Lei Federal 9394/96 decretou que, até o fim de 2007, “somente serão admitidos professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em serviço”. Ofertado pela Faculdade Vizinhança do Vale Iguaçu (Vizivali) e Inteligência Educacional e Sistemas de Ensino (Iesde), o programa foi criado para suprir a deficiência dos profissionais. Passou a operar em 2003, com aprovação do Conselho Estadual de Educação (CEE), mas, em 2006, não foi reconhecido pelo CEE e pelo Conselho Nacional de Educação. Nenhum professor formado pelo curso teve o diploma reconhecido e o impasse permanece por quatro anos. Autor do projeto, o deputado estadual Péricles de Mello (PT) considerou a derrubada do veto mais uma etapa vencida para regulamentar a capacitação dos professores. “Enquanto os diplomas não forem assinados, deve se considerar como uma vitória parcial”, diz. Mello teme que possa haver batalha jurídica contra a nova legislação e defende a necessidade de sensibilizar a todos para a importância da questão. Parlamentares do mesmo partido de Requião, o PMDB, também votaram contra o veto. A presidente da Comissão Organizadora dos Alunos que Cursaram o Curso Normal Superior da Iesde/Vizivali, Eunice Alberton, afirma que cada estudante gastou de R$ 6 a 6,5 mil entre mensalidades e outros custos. “Todos pagaram, estudaram e querem um direito, que é o reconhecimento do diploma. Havia a necessidade de se adequar à legislação e foi isso que fizemos”, diz. Com 27 meses de curso, Eunice garante a qualidade de ensino do curso, aplicado em 397 dos 399 municípios paranaenses: “O material didático era muito bom. E havia tutores para acompanhar o aprendizado”, diz. Para Fátima Zanata Pelorini, professora de uma escola de São Jorge do Oeste, na região Sudoeste do estado, o curso era uma das poucas opções dos professores na época. “Queríamos estudar, mas não havia condição de bancar outras faculdades”, afirma. “Com o imbróglio, muitos professores ficaram estagnados no plano de cargos e salários”. Algumas prefeituras que acreditaram na diplomação dos alunos do programa podem sofrer sanções do Tribunal de Contas por “promoverem” professores sem comprovação de melhor qualificação.

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Peabiru, Peabiru, Terra amada varonil Peabiru, oh! Minha terra Pedacinho do Brasil. O amor aqui impera E o trabalho nos Conduz A um pedestal de gloria Por um caminho de luz. Liberdade no horizonte No céu um formoso azul Terras férteis. Rios, fontes És uma estrela do sul Peabiru, Peabiru, Terra amada varonil Peabiru oh! Minha terra Pedacinho do Brasil. Teu nome emoção encerra És caminho do sertão És meu berço, minha terra És a minha inspiração. Laboriosa e hospitaleira Destemida e varonil É a gente desta terra Também filhos do Brasil. Peabiru, Peabiru.....