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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

nova Ambulância para Peabiru.

O Prefeito João Carlos Klein (Peabiru) esteve em Curitiba (28/12) em um almoço no Palácio das Araucárias junto ao Governador Roberto Requião a convite do Deputado Estadual Antonio Anibelli, ouve troca de Presentes o Prefeito entregou um lindo chapéu Panamá ao Governador que retribuiu a pedido do Deputado Est. Anibeli com uma nova Ambulância para Peabiru. Quem estava no almoço em ordem Deputado Est. Anibelli, João Arruda, Anibelinho, Requião, João Carlos Klein, Volpato prefeito de Moreira Sales.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O significado do Natal

O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, filho de Deus, sendo atualmente uma das festas católicas mais importantes. Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento. Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como fato de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo. O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa. Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país. Apesar de todas estas tradições serem importantes, a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Assim, não devemos esquecer que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo. MAIOR ÁRVORE DE NATAL DO MUNDO - A tradicional Árvore de Natal de Itu, foi inaugurada em novembro, na cidade de Itu/SP. Uma das maiores árvores de Natal do Mundo, ela é apreciada pela beleza, iluminação e por ser mais um dos adornos que reforça a fama de "Cidade dos Exageros". A Árvore de Natal de Itu possui 84 metros de altura – o equivalente a um prédio de 28 andares - e pode ser vista de diversos pontos da cidade. O tubo principal que sustenta o enfeite tem 1,5 metros de diâmetro, 80 metros de altura e 12 metros de raiz. A estrela localizada na ponta da árvore mede quatro metros e é formada por 120 metros de mangueira luminosa vermelha. São 350 toneladas de aço e concreto armado que sustentam dezenas de cabos de aço, hastes e lâmpadas. Na construção da árvore foram utilizados 15 mil metros de arame e 30 lâmpadas estroboscópicas. O uso da tecnologia LED garante iluminação diferenciada com uma economia de até 80% em relação às lâmpadas convencionais, evitando o desperdício de energia.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Prefeitos de 25 cidades do Centro-Oeste prestam homenagem a Requião e Pessuti

O governador Roberto Requião e o vice-governador Orlando Pessuti foram homenageados nesta sexta-feira à noite (18) em jantar em comemoração aos 40 anos de fundação da Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam). A homenagem, prestada por prefeitos de 25 municípios da região Centro-Oeste, é um reconhecimento a importantes projetos desenvolvidos pelo Governo do Paraná na região.

A Comcam também homenageou o senador Álvaro Dias, pelos trabalhos realizados no Senado em defesa dos municípios paranaenses, e os 23 ex-presidentes da entidade. “Estamos investindo bastante em todo o Paraná, seja com a reforma e ampliação de escolas, a compra de ônibus escolares, a construção de novos hospitais, ou mais equipamentos e efetivo para as polícias. Trabalhamos para melhorar a qualidade de vida de todos os paranaenses”, disse Requião, durante a solenidade realizada em Campo Mourão. “Há muito tempo venho à região Centro-Oeste e fico feliz ao notar seu desenvolvimento. Hoje, Campo Mourão se tornou referência na avicultura. Temos investido muito na região, e é motivo de orgulho chegar aqui e ver os resultados do nosso trabalho”, ressaltou Pessuti. Nelson Tureck, presidente da Comcam e prefeito de Campo Mourão lembrou conquistas das últimas quatro décadas, após a união dos municípios com a formação da Comcam. “Nossa região prosperou muito com as parcerias entre o Governo do Paraná e a Comcam. Campo Mourão se consolidou, e a assistência aos produtores rurais e aos empresários prestada pelo Estado teve papel fundamental”, disse Tureck. Requião recebeu homenagem especial pelos investimentos realizados na educação, como a compra de ônibus escolares, a reforma de escolas estaduais e a parceria com as prefeituras para a construção das escolas municipais. Em Campo Mourão, são duas – Eroni Maciel Ribas, já concluída, que atende 700 estudantes, e Constantino Lisboa de Medeiros, em obras graças a convênio da prefeitura com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano. “É a primeira vez que vemos um governo apostar seriamente na educação no Paraná, desde o ensino fundamental, com a construção de escolas, até o superior, com investimentos na capacitação dos professores e em nossas universidades”, justificou Tureck. Também participaram da solenidade o deputado federal Ricardo Barros, os deputados estaduais Cleiton Kielse e Cida Borghetti e o diretor-presidente da Paraná Previdência, desembargador Munir Karam Prefeitos da Comcam inclusive o Prefeito de Peabiru João Carlos Klein.

Mais fotos : picasaweb.google.com.br/PeabirunoRumoCerto1/40AnosDaComcam#

Presente de Natal para os Peabiruenses

Na ultima sexta feira mais uma industria foi inaugurada se trata da Levi Vida equipamentos para movimentação de deficientes e Idosos do grupo Cristófoli, no discurso de seus proprietários o reconhecimento do apoio dado pelo Prefeito João Carlos e ao Banco do Brasil, e a garantia de gerar vários empregos em 2010. Conheça um pouco deste grupo que chega com uma de suas empresas em Peabiru. Empresa: Leve Vida Ltda. Ramo de atividade: Indústria de equipamentos de transporte de pessoas idosas e portadores de deficiência física. CNPJ: 08248374/0001-32 E-mail: wanderley_bacelar@hotmail.com Representante Legal: Wanderley Bacelar Nome dos sócios: Wanderley Bacelar, Marlon Bizoto, Lúcio Liandro de Lima A Cristófoli já vendeu mais de 88 mil autoclaves, consolidando sua posição como líder do mercado nacional. A empresa exporta para mais de 30 países. A Cristófoli produz produtos modernos, econômicos e eficazes com alta qualidade, atestada segundo os mais rigorosos padrões de qualidade. Equipamentos de alta precisão, ferramentaria própria e investimentos em pesquisa dão suporte para que a empresa inove sempre no mercado de produtos médico-odontológicos. link de todas fotos, picasaweb.google.com.br/PeabirunoRumoCerto1/LeviVida#

sábado, 12 de dezembro de 2009

Ônibus repassados

O secretário de Estado Gilberto Martin (Saúde) fez ontem à noite a entrega oficial de dois micro-ônibus para o Cis-Comcam (foto). A solenidade aconteceu na UTFPR e contou com a presença de quatro prefeitos. Só há uma dúvida. O Cis-Comcam ainda não sabe o que fazer com os veículos. O Cis-Comcam, não. Nenhum consórcio definiu ainda o destino dos “businhos”. Se alguém tiver alguma sugestão...

OS PREFEITOS PRESENTES João Carlos Klein (Peabiru) João Paulo Klipe (Altamira do Paraná) – Presidente do Cis-Comcam Mino Bonato (Araruna) Nelson Tureck (Campo Mourão) – Presidente da Comcam

fonte: bocasanta.com.br

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Décimo terceiros

O Prefeito João Carlos Klein (Peabiru) anunciou nesta sexta feira (11/12) que estará pagando a segunda parcela do Décimo terceiro dos funcionários publico neste sábado (12), honrando mais um compromisso com a classe, a primeira parcela foi paga ainda no mês de Julho e agora os funcionários poderá comemorar o 57º aniversario de Peabiru assistindo a vários shows ar livre, muito mais felizes.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

IAP emitiu 149 licenciamentos para construção de aterros desde 2003 - 10/12/2009 10:52:48

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) – autarquia da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - garantiu, nos últimos sete anos, o licenciamento de 149 aterros sanitários, a construção e entrega de outros 35, e mais 17 em fase de finalização. Neste período foram solucionados problemas históricos como os lixões de Guaraqueçaba – em fase de construção - e também os de Paranaguá e Ponta Grossa, que estão prestes a ser solucionados. Outra importante iniciativa adotada pelos órgãos ambientais durante o atual governo foi o fim, em caráter definitivo, do uso da vala séptica para lixo hospitalar. Situado na Cidade Industrial de Curitiba, o depósito estava sendo utilizado por Curitiba e mais 14 municípios da Região Metropolitana desde 1988. Com o fechamento da vala, a responsabilidade sobre os resíduos gerados nas unidades municipais de saúde passou a ser das prefeituras, e os geradores particulares - hospitais, farmácias, clínicas veterinárias e odontológicas, entre outros – são responsáveis por sua própria produção. De acordo com o secretário do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, o Estado tem cumprindo o seu papel, no sentido de licenciar, fiscalizar e monitorar a destinação adequada dos resíduos sólidos. “Conforme as competências legais, estamos promovendo a recuperação do passivo ambiental, preservando a qualidade dos recursos hídricos e a integridade dos nossos recursos naturais”, afirma o secretário. Exemplos - Municípios como Toledo, Cascavel, Foz do Iguaçu, Bituruna, Tibagi, General Carneiro e Cruz Machado apostaram em alternativas de reciclagem e estão com seus aterros sanitários em perfeito funcionamento, devido à forma de operação e a redução no volume de lixo que é destinado às áreas. “Todos estes municípios contaram com o apoio técnico do IAP para licenciamento e operação dos seus aterros sanitários”, declara o presidente do IAP, Vitor Hugo Burko. O apoio foi através do programa ‘Eco Lixo Útil’ que, segundo Burko, foi criado a partir das dificuldades encontradas pela maioria das cidades para a instalação e manutenção de um aterro sanitário, constatadas nas vistorias do IAP. No município de Candói, por exemplo, um aterro sanitário construído para 15 anos de uso teve seu espaço saturado em apenas três anos. “Isso se deve à falta de políticas de reciclagem ou a operação incorreta do aterro”, explica a coordenadora de resíduos sólidos do IAP, Adriana Ferreira. Com base nesta realidade, o programa concentrou seus esforços em parcerias técnicas com os municípios, visando alternativas eficazes que não comprometessem o meio ambiente. “Trata-se de um projeto audacioso e revolucionário que, além de solucionar o problema ambiental, está contribuindo na geração de empregos e renda para a população paranaense”, destaca Burko. O IAP está assinando protocolos de intenções com os municípios paranaenses que querem solucionar o problema de falta de aterro ou má operação. O protocolo visa, entre várias propostas, incentivar a compostagem doméstica, auxiliar nos processos de licenciamento e estimular o uso efetivo de tecnologias adequadas ao gerenciamento integrado de resíduos sólidos. Além disso, cabe ao IAP monitorar e fiscalizar a destinação adequada dos resíduos rurais e urbanos. O município de Tibagi, por exemplo, desenvolveu em parceria com o IAP o programa “Recicla Tibagi”, que contempla a recuperação da área degradada pelo antigo lixão do município com drenagem e tratamento dos líquidos, recomposição de vegetação com espécies nativas de pequeno porte e instalação do sistema de exaustão de gases. “Desde o início da operação todo lixo produzido na cidade já está tendo destino correto”, destaca o presidente do IAP. “A compostagem de materiais orgânicos é uma das propostas do IAP que tem reduzido o desperdício e gerado empregos”, informa ele. Segundo Burko, a próxima etapa do convênio prevê a capacitação de técnicos regionais e, posteriormente, a implantação de usinas de reciclagem. Falta de áreas – Para o presidente do IAP, entre os principais problemas enfrentados pelos municípios paranaense que possuem lixão a céu aberto é a falta de área para construção do aterro. “Isso porque nenhuma comunidade aceita o fato de viver ao lado de uma área que recebe lixo”, afirma. Além de Curitiba e Ponta Grossa, que estão tentando solucionar a destinação futura do lixo gerado, municípios da região Oeste como Céu Azul, Santa Tereza do Oeste e Vera Cruz do Oeste também não têm onde colocar o lixo que geram. “Estas cidades não possuem nem áreas previstas ou passíveis de licenciamento para implantação de aterros. Neste caso, sugerimos a implantação de consórcios municipais para eliminar lixões a céu aberto, bem como a criação de cooperativas para a reciclagem dos resíduos”, explicou Burko.

Técnicos vão acompanhar investimento de R$ 100 milhões em recapeamento - 10/12/2009 12:56:00

O governador em exercício Orlando Pessuti reuniu-se, nesta quinta-feira (10), com os secretários do Desenvolvimento Urbano, Luís Forte Netto, e dos Transportes, Rogério W. Tizzot, para avançar nas discussões sobre o Programa de Recuperação Asfáltica de Pavimentação (Recap), anunciado em Foz do Iguaçu, pelo governador Roberto Requião. O Recap terá investimento de R$ 100 milhões em recursos do Tesouro do Estado a fundo perdido. “É uma grande ação para repavimentarmos ruas e avenidas em todos os municípios, algo em torno de mil quilômetros ou 7 milhões de metros quadrados”, explicou Pessuti. De acordo com ele, a reunião passou aos gerentes e superintendentes regionais do DER as informações técnicas de como será desenvolvido o programa. Além dos secretários, técnicos do ParanaCidade, ligado à Secretaria do Desenvolvimento Urbano, e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) planejaram as primeiras ações. Juntos, eles formarão uma comissão para acompanhar e monitorar os trabalhos do programa. Inicialmente, os profissionais discutiram o registro de preços, a preparação dos editais de licitação para a contratação das empresas e como se dará a formulação dos convênios com os municípios contemplados pelo programa. A licitação para a realização das obras será feita pela Secretaria da Administração e Previdência na modalidade de concorrência para fins de registro de preço. O município será responsável pela contratação e fiscalização da obra. FUNCIONAMENTO – De acordo com o secretário Forte Netto, os trechos serão indicados pelos prefeitos em um formulário que deve descrever a extensão da via, largura da pista, início e fim do trecho. “Este recapeamento deve ter continuidade, sendo realizado em ruas próximas, principalmente naquelas que são rota do transporte coletivo e escolar”, sugeriu. Os documentos com a relação das vias que serão beneficiadas devem ser entregues, pelas prefeituras, até 20 de dezembro à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano. “Pretendemos começar os trabalhos, no máximo, até junho do ano que vem. Para isso é necessário que as prefeituras estejam com a documentação em dia, sob pena de os municípios não terem a obra realizada”, alertou Forte Netto. Os formulários e os mapas para marcação das rotas foram distribuídos aos gestores municipais no encontro em Foz do Iguaçu.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Assembleia aprova criação de fundo de R$ 10 milhões para microcrédito

A Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (8), em primeira discussão, o projeto de lei do governador Roberto Requião que cria o Fundo de Equalização do Microcrédito (FEM) no valor de R$ 10 milhões. A criação do fundo, que será subsidiado pelo Governo do Paraná, permitirá a redução da taxa de juros destinadas a pequenos empresários, comerciantes e empreendedores. “Precisamos ampliar os recursos para esse tipo de financiamento porque são muito positivos para economia do Estado: aumentam o emprego e a renda, através dos pequenos comerciantes, micro e pequenos empresários e dos pequenos empreendedores”, disse o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB). O projeto necessita ainda de mais duas votações para seguir para sanção governamental. FUNDO - Pela proposta, o Governo do Paraná cria o Fundo de Equalização do Microcrédito - FEM. Atualmente, o governo estadual oferece - através da Secretaria de Trabalho e da Agência de Fomento do Paraná - uma linha de microcrédito, com acesso facilitado e juros baixos. “O projeto visa à ampliação do alcance da linha existente, por meio da possibilidade de se oferecer juros ainda mais reduzidos aos potenciais mutuários”. O fundo, que se pretende instituir, destinará recursos à equalização da taxa de juros de microcrédito praticada atualmente pela Agência de Fomento do Paraná. “Isto permitirá a redução da taxa de juros a ser pago ao micro-empreendedor tomador de empréstimo”. O governo estadual vai destinar R$ 10 milhões ao fundo em aporte único - recursos do Tesouro do Estado. O projeto prevê também a possibilidade do fundo criado receber receitas de doações de qualquer natureza, rendimentos de aplicações financeiras e da revisão de saldos não aplicados. PROGRAMAS - O Paraná já tem dois programas de microcrédito - Programa Banco Social, de microcrédito, e o Programa Bom Emprego Pequena Empresa (Probem) - voltados para micro e pequenas empresa, com taxas de juros bem abaixo das de mercado. No Banco Social, por exemplo, os juros são de apenas 0,95% ao mês - o projeto a ser votado no legislativo deve diminuir este valor para 0,56% mensais. Para empreendedores formais e informais, de pequeno porte, o Banco Social oferece três linhas de microcrédito. Empresas que estão começando as atividades podem emprestar entre R$ 300,00 e R$ 2 mil. Empreendimentos com até seis meses de funcionamento têm crédito de até R$ 5 mil e aqueles formalizados conseguem até R$ 10 mil para ampliar um negócio. Empreendimentos com faturamento anual de até R$ 2,4 milhões, contribuintes de ICMS e enquadrados no Simples Nacional, podem utilizar o Probem, que garante financiamento de R$ 10 mil a R$ 300 mil. O crédito vale apenas para empresas que efetivamente realizarem os investimentos previstos, mantiverem empregos e pagarem em dia as parcelas do empréstimo. aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=52819

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Vereadores e Câmaras são homenageados

Durante a Assembléia da Acamdoze, realizada no último sábado em Campo Mourão a presidente Angela Kraus realizou a entrega dos prêmios “Vereador Nota 10” e “Câmara Nota 10”. Os dois projetos visa incentivar a participação e freqüência dos vereadores nas Assembléias Gerais, Seminários, Cursos, Palestras e demais eventos da Acamdoze. Na oportunidade foram entregues certificados para 10 vereadores da região e três câmaras municipais. Os vereadores nota 10 são: Alaerte Rodrigues -Barão e Cícero Souza da Silva (Peabiru), José Carlos de Souza (Altamira do Paraná), José Reinaldo Ferreira e Valdir Carlos Fernandes (Quinta do Sol), Luiz Carlos Angeli (Barbosa Ferraz), Maria Aparecida da Silva - Dum (Araruna), Sandra Trivilin (Ubiratã), Alexandre Donato e Silvio Donizete dos Santos (Corumbataí do Sul). Receberam o prêmio de Câmara Nota 10, os presidentes das Câmaras de Campo Mourão Eraldo Teodoro de Oliveira, de Ubiratã Haroldo Duarte – Baco e a Câmara de Corumbataí do Sul que foi representante por Alexandre Donato – Xandão. A ex-vereadora Marla Tureck também foi homenageada com um certificado por ter sido a primeira mulher a presidir a Acamdoze. Durante a leitura de mensagem pelo mestre de cerimônia Edson Lima, Marla Tureck se emocionou, mas foi consolada com um forte abraço da presidente Angela Kraus.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Governo detalha programa de recape de mil quilômetros de vias urbanas - 03/12/2009 15:35:35

O vice-governador Orlando Pessuti e os secretários do Desenvolvimento Urbano, Forte Netto, e dos Transportes, Rogério Tizzot, apresentaram nesta quinta-feira (3/12) aos prefeitos paranaenses os detalhes e o funcionamento do Programa de Recuperação Asfáltica de Pavimentação (Recap), lançado pelo governador Roberto Requião na abertura do Programa de Estudos Avançados para Líderes Públicos, que reúne cerca de dois mil gestores municipais em Foz do Iguaçu. Serão investidos R$ 100 milhões em recursos do Tesouro do Estado para a pavimentação de mil quilômetros de vias urbanas em todos os municípios paranaenses. “Nenhum município terá menos de dois quilômetros para a recuperação do pavimento. Desta forma, algumas cidades vão poder resolver de forma significativa os problemas nesta área, pela dimensão de seu território. Esta é uma ajuda do Governo do Estado aos prefeitos neste momento pós-crise”, destacou Pessuti. O secretário Forte Netto explicou que os trechos a serem contemplados serão indicados pelos prefeitos em um formulário que deve descrever a extensão da via, largura da pista, início e fim do trecho. “Este recapeamento deve ter continuidade, sendo realizado em ruas próximas, principalmente naquelas que são rota do transporte coletivo e escolar”, sugeriu. E o secretário Rogério Tissot disse que o DER está à disposição desde já dos prefeitos e secretários municipais para o esclarecimento de dúvidas. Os documentos com a relação das vias que serão beneficiadas devem ser entregues até o dia 20 de dezembro à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano (Sedu). “Pretendemos começar os trabalhos, no máximo, até junho do ano que vem. Para isso é necessário que as prefeituras estejam com a documentação em dia, sob pena de os municípios não terem a obra realizada”, alertou Forte Netto. Os formulários e os mapas para marcação das rotas estão à disposição dos gestores municipais no estande Sedu/Paranacidade até esta sexta-feira (4/12). Além de definir os critérios para a escolha das obras em cada município, a Sedu e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), vinculado à Secretaria Estadual dos Transportes (SETR), formarão uma comissão com para acompanhar e monitorar os trabalhos. A licitação para a realização das obras será feita pela Secretaria da Administração e Previdência (Seap) na modalidade de concorrência para fins de registro de preço. O município será responsável pela contratação e fiscalização da obra.

aenoticias.pr.gov.br/modules/xcgal/displayimage.php?pid=111416&album=22858&pos=2

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A Copel bota cara para bater em Peabiru.

Vários técnicos da copel de diversas áreas estiveram na ultima sexta feira em Peabiru prestando conta a população e alem de tudo uma coisa que poucas empresas fazem é sentar e ouvir a população uma grande mesa de funcionários de diversos setores da copel de Campo Mourão e de Maringá ouviram reclamações de consumidores do município e deram suas explicações foi um dia muito aproveitável, pois ela explicou sobre os 1.125 poste que tiveram suas lâmpadas trocadas em 2007 um investimento R$ 34,000. 00 também falou sobre famílias que estão cadastradas no baixa renda em Peabiru 1547 famílias beneficiadas e 551 na luz fraterna citou sobre palestras da empresas nas escolas municipais para alunos da quarta serie que até o momento mais de 260 crianças participaram os atendimentos a serviço comercial que chega a 10,326 S, emergencial 4,543 um total15,869 em toda região, um dos detalhes muito interessante foi um exemplo citado sobre valores de conta de luz Sendo que uma conta de R$ 100,00, R$ 30,89 é de impostos para o governo do estado e Federal, uma das boas noticias é que a Copel em parceria com a Prefeitura estará substituindo arvores de grande porte por de pequeno e médio porte a baixo das redes elétricas e também a reabertura de um escritório da Copel em Peabiru a partir do próximo ano, o Prefeito João Carlos cobrou sobre o programa que beneficia famílias do baixa renda onde a copel troca a geladeira destas pessoas entregando uma com menos consumo e também a construção de um muro de proteção na subestação da copel.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Histórico escolar

Miguel Sanches Neto São periódicas as tentativas de organização que faço aqui na biblioteca. Colocar livro no lugar, jogar papel fora, arquivar o que interessa, essas coisas a que a vida de leitor e escritor nos obriga. Estava recolhendo as certidões a uma pasta transparente quando encontrei meu histórico escolar do ensino de primeiro grau, datado de 22 de dezembro de 1979. A primeira coisa que me chamou a atenção foi o timbre da folha impressa – era o formulário 003 da Imprensa Oficial do Estado do Paraná, órgão que, duas décadas depois, eu viria a dirigir. Confesso que isso mexeu comigo. O menino que se formava na Escola 14 de Dezembro, lá em Peabiru, não podia nem imaginar por quais caminhos sua vida seguiria. Naquela época, eu estava empenhado em arrumar um serviço no comércio e queria estudar à noite. Não sabia ainda que minha família concordara em me mandar a um colégio interno. Eu queria ir para um seminário, mas eles acabaram me colocando num colégio agrícola, cujo lema era assustador: “aprenda a fazer fazendo”. Meus caminhos sempre foram tortos. Aliás, só existem caminhos tortos. E, por causa das muitas curvas, não podemos ver o que nos aguarda logo ali em frente. É isso que penso olhando minhas notas. Só consegui médias acima de 8,0 em Educação Artística, e isso de forma indevida, pois era minha mãe quem fazia as tarefas manuais, dada minha incapacidade crônica para qualquer coisa que exija o mínimo de coordenação motora fina. Tirando então estas notas roubadas, meu histórico é farto em seis. Está certo que não é um seis seco, mas com alguma gordurinha. Em Comunicação e Expressão, por exemplo, na 5ª série, eu passei com 6,7. Fui piorando nos anos seguintes: 6,1, depois 6,2, para concluir a 8ª série com uma pontuação vergonhosa: 5,1. Um pouco menos e eu teria sido reprovado. Este foi meu desempenho escolar e tudo que ele prometia. Se alguém falasse a meus professores que eu seria escritor, todos ririam, pois só poderia ser ironia. Ironia ou não, eis-me aqui. Não apenas escritor, mas professor universitário também, olhando com nostalgia para meu histórico, tudo muito bem datilografado. Sempre admirei um formulário preenchido adequadamente, ainda mais à máquina. E pensando nisso fui em busca de meu diploma do curso de datilografia. Para um escritor da minha geração, aprender a datilografar era quase aprender a escrever. Copiávamos textos de grandes autores como se fossem nossos; lembro-me do esforço para datilografar, alguns anos depois, o longo poema “Uivo”, de Allen Ginsberg. Fazia a cópia com um sentimento de posse, como se aquele texto meio bíblico estivesse saindo de mim. Claro, colocava lá o nome do autor, mas sentia um orgulho de ter batido a coisa toda. Então, mais importante do que os conteúdos de Comunicação e Expressão era a aprendizagem da datilografia. O problema é que também não fui bom nisso. Está lá a nota final: 6,0. No colégio agrícola – não guardei o histórico –, minhas notas não melhoraram. Quase reprovei. Meu destino era ser digerido pelo sistema de ensino para acabar jogado numa profissão braçal qualquer, como previa meu padrasto. O que então me livrou disso? Meio sem saber para quê, pois minha timidez me afastava de qualquer atividade em que me expusesse, entrei no Curso de Letras em Mandaguari. Tinha tentado em vão o vestibular para Direito, mas Letras agora me permitiria trabalhar e estudar. Foi com este intuito que comecei a frequentar as aulas. Quando vi, estava metido no projeto de ser professor, professor e escritor, pois este era um sonho secreto que eu acalentava desde o colégio agrícola. Foi a Faculdade de Letras que me salvou. Mais especificamente dois professores. Inicialmente, a professora de literatura brasileira. Maria Aparecida Peres falava dos livros de uma maneira afetuosa, como se os autores fossem da família, e isso nos encantava. Quando começamos – nós, os poucos do curso que gostavam de ler – a frequentar a casa dela, em busca de leituras e informações, descobrimos que a biblioteca era o centro daquela casa que ela dividia com uma irmã também solteira. Comecei então a sonhar com um lugar onde eu guardasse os livros que em breve poderia comprar. Um dia, quando reclamei de uma nota, ela foi categórica: cresça primeiro. Levei aquilo a sério e passei a me esforçar mais para merecer alguma admiração. Dela herdei esta idéia borgeana de que o paraíso tem a forma de uma biblioteca, não de uma biblioteca gigantesca, mas de uma coleção de obras com medidas humanas. Viver é acumular livros lidos. O outro professor que me salvou ministrava uma disciplina pela qual eu não me interessava – Linguística. Ennio José Toniolo era um perfeccionista. Trazia seus roteiros de aula datilografados e em envelopes numerados. Nunca se atrasava; não saía antes nem deixava conteúdos sem dar, pois tinha um senso de acabamento muito apurado. Quando parava de falar, sabíamos que a aula findara. Mantinha-se entusiasmado o tempo todo, mesmo com os alunos medianos, como era meu caso. Tudo que sei de didática – disciplina dada por outra pessoa, na qual minhas notas continuaram baixas – foi copiado das aulas do professor Ennio. Depois do encontro com estes dois professores, estavam sedimentados os alicerces para que eu pudesse chegar a ser quem eu era, uma persona tão secreta que meu histórico nem de longe a denunciava. Fonte: portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?id=896494

sábado, 14 de novembro de 2009

II Conselho do Distrito Múltiplos Leo e Sedel

Foi realizado neste sábado em Peabiru II Conselho do Distrito Múltiplos Leo e Sedel, estavam presentes as Cidades de Peabiru –PR LD-6, Porto União- SC LD-8, União da Vitória –PR LD-7, Vacarias-RS LD-7, Sananduvas-RS LD-7, Soledade-RS LD-7, Nonoai-RS LD-7, Monte Carlo LD-8, Criciúma-SC LD-9, Três Passos-RS LD-4, Campo Mourão LD-6, Apucarana LD-6, Flores da Cunha -RS LD-7, Garibaldi –RS LD-7, Arapongas –PR LD-6, os jovens Leo ficaram dois dias na cidade alojados na Escola São José.

Buraco Negro são eliminados na atual Administração Municipal

O Município de Peabiru preocupado com os famosos buracos negros existentes ainda em algumas ruas de nossa Cidade, começou a dar fim neste transtorno para alguns Peabiruenses, as ruas Santos Dumont, Pastor Joel Dias Vilela e a rua Professor José Ferreira receberam iluminação onde havia estas falhas.

Bárbara Pospisi é medalhista em Maringa

A modalidade atletismo da Olimpíada Escolar Brasileira, em Maringá, terminou nesta sexta-feira (13). Duas atletas da equipe Campo Mourão/Fecam que representaram o Estado do Paraná conquistaram medalhas na competição. O grande destaque foi Bárbara Pospisil (Colégio Vicentino Santa Cruz), que conquistou dois ouros, um no lançamento do dardo e outro no arremesso do peso feminino. No revezamento medley feminino, a atleta Vanessa dos Santos, também do Colégio Vicentino Santa Cruz, levou prata no revezamento medley feminino. Ainda no naipe feminino, a atleta Michelle Aparecida ficou em nono lugar no salto triplo, mesma prova que Marla Stobbe levou o sexto lugar (todas representando o Colégio Vicentino Santa Cruz). Representando o Colégio Estadual de Campo Mourão, Alisson Luan ficou em 4º nos 800 metros rasos. O técnico do selecionado mourãoense de atletismo, Paulo Cesar da Costa (Paulinho), foi o técnico da equipe do Paraná na Olimpíada. www.colunadoely.com.br/ler_noticia.asp?id=2466

Só um detalhe Bárbara não é de Campo Mourão, mas sim de Peabiru filha de um empresário do ramo metalúrgico e ela faz parte da equipe Mouroense, Parabéns Bárbara e que seja apenas mais uma de varias conquistas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Miguel Sanches Neto

A pé em Peabiru

Publicado em 22/07/2008 | www.miguelsanches.com.br

Vou pouco a Peabiru, e pouco saio quando estou lá. Levo uma provisão de livros, cadernos e canetas para cruzar o deserto desses meus dias de retorno. Munido de tais instrumentos, tranco-me na casa de meus pais e passo os dias de férias cuidando das tarefas que nunca terminam.

Desta vez não foi diferente, só que levei uma pequena mochila e carreguei o material comigo durante as caminhadas. Não visito parentes vivos, mas não deixo de ir ao cemitério da cidade. Na sexta-feira, meu primeiro dia lá, coloquei duas garrafinhas de água na mochila, selecionei um livro de contos e um caderno que ando preenchendo, uma caneta preta e ganhei as ruas poeirentas. Quando minha mulher me viu saindo, brincou:

– O menino está fugindo de casa?

Ri; ela tinha acertado. Era o menino que saía de casa.

Durante a infância, andava por toda a cidade e também pelos sítios da redondeza, na companhia de amigos. Troquei os amigos pelos livros, e até hoje não sei se foi vantajosa esta troca. Mas agora é tarde para se arrepender.

Nas andanças da semana que passou, fiz algumas reflexões. O bom de andar, além de ser uma atividade antidepressiva, é que temos tempo para pensar, para construir teorias inúteis. Passei em frente ao prédio onde funcionava a Escola Bandeirante de Datilografia, que me alfabetizou para o uso da máquina de escrever. Na mesma caminhada, acabei revendo o dentista que começou a mexer na minha boca. E então me senti alegre.

O que sempre me pergunto é por que a cidade da infância é o território mais marcante de nossa vida? Talvez por ser a cidade da primeira vez. Do primeiro beijo, da primeira bebedeira, da primeira decepção amorosa. Percorrer a cidade onde gastamos os anos matinais é fazer uma viagem que nos leva àqueles momentos de inauguração do mundo. A cidade é cheia de eventos na memória, e nunca acabamos de esgotar o que ali experimentamos. O gosto do primeiro quibe cru foi num pequeno restaurante que não existe mais. A primeira briga aconteceu num bar que já passou por muitas reformas, mas que continua firme na frente da praça. Esta cidade da primeira vez é também a cidade que escolhi para a última vez. Já disse aos meus que quero ser enterrado no túmulo de meu pai.

Foi rumo a ele que parti na sexta-feira. Caminhei sob um sol quente, vendo as transformações urbanas. O que eram chácaras onde jogávamos bola agora está coalhado de casas populares, bem em frente ao cemitério. Entro pelo portão principal; antes, por irreverência, pulávamos o muro. Passo diante das covas de amigos mortos, e vou direto ao endereço de meu pai. É um túmulo simples, revestido com lajotinha vermelha, e tem uma particularidade: está com a cabeceira virada para a viela, escondendo assim a foto de meu pai, que aparece sem nenhuma inscrição. Pensei em reformar o túmulo, criando gavetas. Mas agora não quero isso. Que fique assim, meio anônimo e escondido.

O túmulo está bem cuidado. Minha mãe paga uma zeladora que o encera sempre. Há flores de plástico na capelinha. Tiro o caderno de minha mochila e escrevo as anotações do dia 18 de julho. Escrever na frente do túmulo de meu pai, que era analfabeto, tem uma simbologia forte que só percebo depois que começo a alinhavar palavras. O filho aprendeu o que o pai nunca conseguiu. Mas um dia os ossos dos dois estarão misturados naquela terra, e diferenças iguais a esta inexistirão.

Do cemitério, depois de fazer um tour pelos túmulos queridos, resolvo percorrer as imediações. Contorno as casas populares e a vila rural, e sigo para a estrada do Saltinho, assustando-me ao encontrá-la asfaltada. Mesmo assim, saio em busca do pequeno rio. Do outro lado, ficava a fazenda de meu avô materno, o famigerado Zé-Zabé, que está enterrado a duas covas de meu pai. Quando minha mãe ainda não tinha se casado com aquele que seria meu segundo pai, ela vivia em condições precárias na cidade, apesar da riqueza de Zé-Zabé. Duas vezes por semana, ela caminhava para a fazenda com uma trouxa de roupa suja nas costas, porque o poço de casa tinha desbarrancado e o velho coronel não admitia uma filha dele trabalhando na casa de vizinhos. Em uma dessas idas à fazenda, passei um grande medo. Encontramos, bem no meio da ponte sobre o rio uma boiada com um touro brabo. Foi uma das emoções mais fortes de minha infância.

Mas voltei muitas vezes ao Saltinho nos anos seguintes, agora com meus amigos. Havia uma bica d’água em que tomávamos banho, e, ao fundo, um poço no riozinho que servia para tentarmos dar umas poucas braçadas no aprendizado incompleto de natação. Era uma espécie de prainha, onde estudávamos os contornos dos corpos das mulheres não muito sérias que recorriam ao lugar.

Faço a descida embalado por estas recordações. Nos campos de soja que margeiam a estrada, trabalhei colhendo manualmente o refugo das colheitas. Pelo caminho, catávamos mamonas e jogávamos uns nos outros. Quase não há mais mamoneiros, mas encontro alguns que devem ser descendentes remotos daqueles de outrora.

Chego ao Saltinho e vejo que tudo está tomado de capim. O rio é uma valeta de água verde. Subo as lajes de pedra, abrindo espaço entre arbustos e encontro a caixa de concreto de onde saía a bica. Foi uma alegria. Então aquela bica existiu mesmo, não era uma invenção minha?

Cruzei a estrada e vi a queda-d’água em seu trabalho eterno. A pouca água é recolhida num tanque de concreto e depois canalizada para uma pequena hidrelétrica. O excedente desce pelas lajes. Sentei nas bordas da micro-represa, tirei o livro de um autor alemão e fiquei lendo até o fim da tarde. Olhava a cachoeirinha, a mata fechada naquele despenhadeiro que se abria para o vale plantado de milho, e lia.

Depois, fui subindo para a cidade, com a mochila de menino fugitivo nas costas. Um menino que voltava para casa, numa região qualquer no tempo.

No caminho, um carro parou e me ofereceu carona. Eu disse que não, preferia continuar a pé. E o motorista solícito tomou a recusa como uma grosseria quando era apenas uma forma paródica de se manter fiel ao passado.

Fonte : portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?id=789396

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Dr. Danilo Bastos Forte almoça junto com o Prefeito João Carlos em Peabiru.

Quem esteve nesta quinta feira almoçando com o Prefeito de Peabiru foi o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Dr. Danilo Bastos Forte que conversou muito com o Prefeito João Carlos Klein sobre a rede de esgoto que esta lutando para implantar em Peabiru que pode ter boas noticias a qualquer momento também estavam presentes Dr Sadi. Eng Carlos, Nelson Tureck (Pref de Campo Mourão), Zeca Dirceu (Pref de Cruzeiro do Oeste), Elias Lima (Pref de Eng Beltrão), Vereadores de Peabiru e outras autoridades do Município, após o almoço todos se reuniram co outras autoridades da região no Auditório da COMCAM para uma palestra com o Presidente.

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Peabiru, Peabiru, Terra amada varonil Peabiru, oh! Minha terra Pedacinho do Brasil. O amor aqui impera E o trabalho nos Conduz A um pedestal de gloria Por um caminho de luz. Liberdade no horizonte No céu um formoso azul Terras férteis. Rios, fontes És uma estrela do sul Peabiru, Peabiru, Terra amada varonil Peabiru oh! Minha terra Pedacinho do Brasil. Teu nome emoção encerra És caminho do sertão És meu berço, minha terra És a minha inspiração. Laboriosa e hospitaleira Destemida e varonil É a gente desta terra Também filhos do Brasil. Peabiru, Peabiru.....